Exibindo a bunda grande da esposa

Olá, sou o Bruno e minha esposa a Ana é uma mulher linda, corpão gostoso, coxas grossas, cintura fina, seios médios e durinhos e uma bunda redonda, empinada e grande, deliciosa, bunda que me deixa louco de tezão, arrebitada e com um rebolado natural que atrai olhares onde quer que ela esteja Sempre fui louco pra exibir a Ana por aí, mas com o cuidado de ser em um lugar onde não somos conhecidos e pra minha sorte, surgiu a oportunidade, final de semana de sol na região dos lagos, só ela é eu, comprei um micro bikini azul turquesa, que imaginava daria um contraste delicioso com sua pele branca e lisinha, imaginei de imediato sua bunda à mostra com esse bikininho enfiado até o reguinho dela, fiquei

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Festa Junina da Escola

Me chamo Daniela, mas onde moro só me conhecem por Dani. Tenho 19 anos, 1,62 com peso proporcional a altura, pele morena, cabelos loiros e um corpo bem atrativo, pelo menos para quem me viu. Gosto muito da praia, por isso tenho marcas de bronzeado e isso colabora para que me achem atraente.

Depois de ceder as chantagens do amigo de meu sobrinho, minha relação com ele acabou perdendo um pouco do brilho, notando os olhares dele que aparentavam estar cheios de culpa por ter me apostado assim. Mesmo depois de ter me comido duas vezes na mesma noite, Caio continuava insistindo em querer ir com Yago(meu sobrinho) até minha casa, porém isso não aconteceu mais durante o período de 3 meses.

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O dia Que Ajudei Flávio a Ser o Corninho Que Tanto Queria

O Fato que vou contar agora já aconteceu a alguns meses, mais revela e muito como passei a gostar de descobrir a verdadeira mulher(desejo, vontade sem medo de repreensão ou qualquer coisa do genero) que existe dentro de cada uma, a propósito me chamo Alex, 1,79, 85kg, pika grossa, com veias saltando,,, vamos ao que interessa….

Tudo se passou fomos tomar chopp depois do trabalho, conversando com amigos e começamos a elogiar a bunda de algumas mulheres do trabalho, e logico fazíamos comentários de como seria bom comer um rabinho gostoso daquele…

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Dominatrix: Travesti!

Virei a chave do quarto do motel. Coloquei meia luz avermelhada. Instrui que se ajoelhasse ao lado da cama só de cueca e aguardasse por mim.

Ele tinha 30 anos, era advogado. Corpo malhado, moreno de Sol, camisa social e uma cara de safado. Cabelo curtos no estilo militar. Quem olhasse de relance se assustaria com a sua cara carrancuda, de quem procura briga gratuitamente. Mal sabem que ele quer mesmo levar tapa na cara de travestis num quarto fechado de motel.

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Dando muito para os vizinhos novos

Olá amores. Eu tenho 18 aninhos sempre fui bem gostosa com peitos médios e durinhos, uma bunda grandinha. E carinha de princesa. Sempre enlouqueci o pessoal na escola e lugares q ia.
Eu morava com a minha mãe em um bairro um pouquinho afastado meio sem casas. E minha mãe trabalhava a noite em uma pizzaria as vezes ate bem tarde.
Um dia vi uma movimentação na casa do lado e vi q mudou uma família lá. Com 2 garotos
Notei q quando me viram os 2 me comeram com o olho. Olhando para os meus peitos pelo decote da minha blusa larguinha. Continue lendo Dando muito para os vizinhos novos…

O amigo do sobrinho

Me chamo Daniela, mas onde moro só me conhecem por Dani. Tenho 19 anos, 1,62 com peso proporcional a altura, pele morena, cabelos loiros e um corpo bem atrativo, pelo menos para quem me viu. Gosto muito da praia, por isso tenho marcas de bronzeado e isso colabora para que me achem atraente.

Como moro sozinha, muitas vezes minha tia me procura para passar os fins de semana com seu filho, Yago. Ele tem 11 aninhos e desde quando era pequena gostava de cuidar dele, por isso temos uma ligação especial, pois ele também é muito carinhoso comigo.

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Acho que fui um cafajeste, mas foi sem querer

Olá, quero contar uma história que me aconteceu em 2005, quando ainda estava na faculdade e que me marcou muito. Bom, não vou falar meu nome por que acho desnecessário, e nem me descrever, pois não é meu objetivo me gabar, mas sim contar uma experiência, que muitos acharão não ser verdade, mas acreditem, ocorreu sim.
Tudo começou em uma sala de bate-papo que nos anos 2000 era muito popular, o MIRC, era muito popular em cidades de interior, qualquer cidade de 20 mil habitantes no interior gaúcho, tinha uma sala desse sistema, e em muitos horários, papeavam até umas 30 ou 40 na sala.

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